Hoje, enquanto assistia Os Simpsons na emissora de televisão FOX, vi o comercial desse mais novo jogo social de futebol desenvolvido pela “Three Melons“ para o Facebook.

Bola Social Soccer é um jogo de futebol on-line, bem fácil de jogar, onde o participante pode criar seu próprio time, construir estadios, fazer acordos com patrocinadores reais e conquistar fans por toda a rede. O jogo promete ser bem divertido e as partidas um bom motivo para desafiar os amigos e ver quem é o melhor.

A medida que sua base de fans cresce, o jogo vai ficando mais interessante e o jogador poderá incrementar seu time (escolhendo nome e cores), conquistar o patrocinio de novas marcas e podendo ainda comprar itens para seu estadio.

O Bola é um jogo bem desenvolvido, rico em funções e uma grande sacada, pois já promove interação social entre os que curtem futebol e ja entrou no clima da Copa do Mundo.

Quem quiser saber mais como funciona o jogo e ver sua imensa qualidade, clica aqui.

Abraço

A cidade americana de Topeka, Kansas, passará a se chamar “Google” durante um mês.

A medida foi realizada para tentar convencer o Google a testar sua nova conexão ultra-rápida na cidade (!).

O prefeito da cidade disse que a mudança foi realizada “por diversão”, mas que tem esperança de que a cidade seja escolhida para os testes da empresa.

O Google não comenta o assunto.

Nem a gente.

O infográfico aí embaixo mostra como as 100 melhores empresas para se trabalhar da lista da Fortune usam as mídias sociais para promoverem seus negócios.

Achei legal ver que essas empresas estão indo atrás de seus públicos onde eles estão, e buscando “falar a mesma língua” que eles.

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Para promover seu novo programa de fidelidade, intitulado Sprize, a americana GAP literalmente virou sua loja de Vancouver, Canadá, de cabeça para baixo.

Todos os manequins e displays, tanto da vitrine quanto do interior da loja, foram virados de ponta-cabeça. Nem o logo na porta da loja escapou da brincadeira!

O objetivo era divulgar o conceito “shopping turned on its head” (algo como “o ato de comprar virado de cabeça para baixo”).

E pra dar um toque maior de realismo para a ação, eles viraram até uma barraquinha de cachorro-quente do lado de fora da loja!

A idéia é bem criativa, só resta saber se vai dar resultado. O que você acha?

A Apple apresentou ontem, no intervalo da cerimônia de entrega do Oscar, o primeiro comercial do iPad.

Apesar das inúmeras discussões e críticas ao produto, a expectativa em relação ao primeiro filme publicitário do grande lançamento da Apple em 2010 era alta.

O dispositivo começa a ser vendido no dia 3 de abril, mas a pré-venda está marcada já para a próxima sexta-feira dia 12.

É só dar play aí embaixo e depois contar pra gente o que você achou ;-)

As vezes nos deparamos com algumas vending machines de livros, salgadinhos e refrigerantes nos metrôs, o que de fato, não é nada inusitado para nós, entretanto não é hábito realizar compras através dessas máquinas. Já os norte-americanos e nos países europeus principalmente, as pessoas costumam ter o hábito de comprar produtos dos mais diversos tipos de vending machines. A surpresa de novos produtos desta vez aconteceu no metrô de Paris uma semana antes do dia de São Valentim (14/02).

A perfumaria varejista Sephora instalou uma série de máquinas em várias estações de metrô voltada à venda de perfumes CK (Calvin Klein) em um tamanho especial e portátil.

Do dia 7 ao dia 20 de fevereiro, as pessoas que transitavam entre os metros de La Defense, Charles de Gaulle-Étoile e a estação de Montparnasse Miromesnil poderiam comprar um elegante frasco de perfume contendo 15ml de CK One pela bagatela de 10 euros.

O conceito da vending machine foi criado pela agência de Paris Nouveau Jour.

Confira o video que mostra a campanha em ação:

Sem dúvida, a Sephora comunicou de uma maneira bem bacana sua ação, proporcionando uma abordagem e contato com o público que talvez um anúncio nunca poderia estabelecer.

Site: www.sephora.fr

Gostaram? Será que uma ação como essa funcionaria no Brasil?

Aproveitando a grande aceitação das mídias sociais, a operadora Claro resolveu promover um reality show on line! Intitulada de #nasocial, a ação selecionará quatro “hard users” de mídias sociais, que permanecerão isolados em hotéis de São Paulo e do Rio de Janeiro durante dois dias (25 e 26 de março).

Parte de um plano de divulgação do BlackBerry Bold 9700, o reality lança o desafio aos participantes: utilizar apenas o smartphone (serviços de voz e dados da Claro) para acionar os seus contatos – via internet e redes sociais – e organizar uma mega festa de encerramento para a brincadeira virtual.

Como todo reality show, o #nasocial, não podia fugir do modelo Big Brother da vida; cada quarto do hotel será vigiado por duas câmeras e as imagens serão postadas no site #nasocial em três edições diárias. Serão exibidos os melhores momentos dos dias de confinamento.

Durante as 48 horas em que estiverem nos hotéis, as duplas, uma em SP e a outra no RJ, passarão por 10 diferentes tarefas, claro, envolvendo seus smartphones. A dupla que tiver melhor desempenho nas gincanas e que conseguir organizar a melhor festa receberá R$10 mil em prêmios, dois smartphones BlackBerry Bold 9700, com desconto em plano Pós Pago Claro por 1 ano, e mais 10 celulares para os amigos.

Ficou com vontade de participar? Eu confesso que cogitei a ideia, mas o fato de ter que fazer um vídeo, ativou o pecado da preguiça. Sim, para concorrer às vagas, não basta querer, você precisa postar um vídeo – criativo, óbvio, que prove que você é a pessoa ideal pro desafio-, enviar fotos e informar os links de todos os seus perfis em redes sociais. Um, dois, três e valendoooo.

Deu no Plantão Info: “Apple está sendo acusada por organizações que monitoram a exploração de trabalho infantil no mundo de explorar jovens com menos de 16 anos em pelo menos três fábricas que mantém na Ásia”.

Os adoradores da Apple podem ficar um pouco menos preocupados, as denúncias, feitas pela China Labor Watch (CLW) – organização que monitora o cumprimento dos direitos humanos na China -, dizem respeito a uma integradora que fornece produtos para a Apple e Nokia e não em si a companhia da maçãzinha.

Na verdade, a preocupação ainda deve existir, nada de ‘menos preocupados’. Cadê o estreito relacionamento com seus fornecedores? Cadê a vigilância em relação ao cumprimento da legislação vigente e das recomendações e normas de boas práticas da empresa? Cadê, Apple?

Pelo menos 62 trabalhadores adultos de uma integradora chinesa, que fornece produtos à Apple,  foram flagrados em condições desumanas e em ambiente rico em N-hexano, uma substância tóxica capaz de causar degeneração muscular, entre outras doenças. Oi?

Chorando a morte da Branca de Neve

Segundo o jornal inglês Daily Telegraph, a Apple já admitiu a ocorrência de trabalho infantil – a empresa é acusada de explorar o trabalho de ao menos 11 jovens com idade de até 15 anos que trabalham em três diferentes fábricas na Ásia – e pediu um relatório detalhado ao seu fornecedor para identificar como isto ocorreu.

Ainda de acordo com o jornal, executivos da Apple haviam manifestado indignação com a notícia e asseguraram que todos os seus fornecedores devem cumprir regras restritas de contratação de mão de obra. “Dever” eles devem – palavra forte -, mas quem fiscaliza? Hein?

Esta não é a primeira vez que a Apple é citada em acusações que envolvem a superexploração de trabalhadores e parece não ser a última. E aí, vai querer um pedaço da maçã podre?!

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